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17/03/2017 - Aviso

Seminário “Combate às organizações criminosas” é realizado na Capital


Auditório do Palácio do MP esteve lotado

A investigação criminal do tráfico de drogas, a inteligência e o enfrentamento da criminalidade através do mecanismo da lavagem de dinheiro foram os principais temas abordados no seminário “Combate às organizações criminosas”, realizado durante reunião do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) em Porto Alegre.

Promotores de Justiça que atuam na área criminal de diversas regiões do Brasil participaram os debates realizados no Palácio do MP nesta quinta, 16, e sexta-feira, 17. O painel “A investigação criminal e as associações para o tráfico de drogas: estudo de casos reais” abriu a programação desta sexta-feira, com a palestra do promotor de Justiça Lincoln Gakiya (MPSP), que abordou sobre as principais organizações criminosas do estado de São Paulo. Também participaram do painel as promotoras de Justiça Elisa Fraga (MPRJ), Patrícia Antunes Martins (MPRN) e Christiane Corrêa Bento da Silva (MPAM). Atuou coordenando os trabalhos o promotor Marcelo Tubino (MPRS).

Já na parte da tarde, o tema do evento foi “Tecnologia da informação, inteligência e investigação criminal”, com as palestras dos promotores de Justiça Octávio Paulo Neto (MPPB) e José Carlos Miranda Nery (MPGO). O promotor Flávio Duarte (MPRS) foi o coordenador do painel.

ABERTURA

O procurador da República Roberson Henrique Pozzobon foi o palestrante de abertura do Seminário “Combate às Organizações Criminosas”, que sucedeu a reunião do GNCOC em Porto Alegre. Pozzobon, que integra a força-tarefa da Operação Lava-Jato, falou sobre a colaboração premiada e acordos de leniência, novos instrumentos a serviço da investigação dos crimes de colarinho banco. Durante cerca de duas horas, o procurador discorreu sobre o tema e respondeu questionamentos de uma plateia formada majoritariamente por promotores e procuradores de Justiça.

“Ficou muito claro, após três anos da Lava-Jato, que os instrumentos utilizados e a condução da operação foi acertada, pois revelou um grande esquema de corrupção que existe no Brasil, possibilitando a devolução de certa de 10 bilhões de reais aos cofres públicos”. Ele defendeu o instituto da delação premiada, como instrumento fundamental para o êxito da operação. “Através deste instituto foi possível romper o silêncio de grandes organizações criminosas, quebrando a sua eficiência e atacando frontalmente a corrupção no país”, afirmou.

Promotores Lincoln Gakiya e Marcelo Tubino
Promotora Elisa Fraga
Promotora Patrícia Antunes Martins
Promotora Christiane Corrêa Bento da Silva
Promotores Flávio Duarte, Octávio Paulo Neto e José Carlos Miranda Nery
Promotores Luciano Vaccaro, Arthur Pinto de Lemos e Francisco de Assis Machado Cardoso
Procurador da República Roberson Henrique Pozzobon

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